A Legação Sueca no Brasil e o fim da guerra
As legações diplomáticas eram escritórios representativos de determinados países, com patente inferior a uma embaixada. Enquanto uma embaixada era chefiada por um embaixador, uma legação era chefiada por um ministro, no Brasil denominado de "ministro plenipotenciário".
Alguns países não tinham legação diplomática no Brasil ao final da Segunda Guerra, era o caso do Japão, devido ao rompimento de relações diplomáticas. Por isso, o Japão nomeou o ministro plenipotenciário da Suécia como representante do Japão no Brasil. O Japão enviou então ao ministro plenipotenciário sueco os termos da rendição japonesa, assinado no encouraçado Potsdam. O termo era fac simile de um documento escrito em japonês (foto).
A Legação Sueca fez uma publicação no Jornal de São Paulo, edição
de 16/04/1943, com menção aos vitoristas do Shindo Rinmei.
Feita a publicação, a Legação
Sueca em conjunto com o governo do Estado de São Paulo, convocou
aproximadamente mil imigrantes para uma reunião de esclarecimentos.
O trabalho da Legação Sueca foi
importantíssimo e muito eficiente, pondo fim ao período de terrorismo do
promovido pelo Shindo Renmei. Era necessário, entre os vitoristas, uma manifestação
vinda de uma entidade neutra, que ele podiam confiar.










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